Voos regulares devem operar em Viseu no início de 2015

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A rota de voos regulares vai ligar as cidades de Viseu, Lisboa e Faro e vai contribuir para a coesão social e do território nacional

O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, disse hoje que a nova rota de voos regulares que ligará Viseu a Lisboa e a Faro deverá começar a operar no início do próximo ano.

“Esta é a retoma de um serviço que já não existia há alguns anos e que já nem os agentes locais esperavam que pudesse ser retomado. Faço votos para que no início do próximo ano possamos ter os voos regulares já a operar em Viseu”, alegou.

Durante a cerimónia de inauguração das obras de requalificação do Aeródromo Municipal de Viseu, o governante realçou que a inclusão de Viseu e Portimão na rota que anteriormente servia apenas Vila Real, Bragança e Lisboa, não traz despesas acrescidas.

“Temos a certeza que a inclusão de Viseu nesta rota não só é compatível orçamentalmente com a realidade do país, mas também com as regras comunitárias”, acrescentou.

Na sua intervenção, Sérgio Monteiro defendeu que esta é uma medida que contribui para a coesão social e do território, para o desenvolvimento de infraestruturas que são de primordial importância para a região e para o fomento da atividade económica.

Portugal terá uma carreira aérea de Bragança a Portimão

Instituto Nacional de Aviação Civil propõe carreira com escalas em Vila Real, Viseu e Tires

Até há pouco mais de ano e meio, Trás os Montes estava ligado a Lisboa através de uma linha aérea regional, que facilitava a mobilidade e poupava tempo aos moradores daquela região. A rota foi cancelada, mas agora poderá surgir uma opção ainda melhor: ligar Portugal de norte a sul através do ar.

A proposta partiu do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), que propõe uma carreira aérea única que parta de Bragança e faça escalas em Vila Real, Viseu, Tires (Lisboa) e termine em Portimão.

O governo já aceitou a sugestão e, segundo o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, o plano tem pernas para andar “em nome de uma coesão territorial de norte a sul do País”.

A ideia é criar dois serviços diários, um ao final da manhã e outro ao final do dia, de segunda a sexta-feira, como qualquer autocarro ou comboio asseguraria.

A urgência é apenas captar público para este tipo de serviço, de modo a torná-lo sustentável. Ainda assim, ficaria na mão do governo uma subsidiação do serviço. Segundo o JN avança hoje, esta comparticipação poderá rondar os 2,5 milhões de euros, o custo que a rota anterior já exigia.

In “dinheirovivo.pt